Eu lembrava dele ouvindo enquanto meu pai estava sentado à mesa da cozinha, girando a caneca de café entre as mãos e dizendo, com a voz mais controlada possível: “Não estou pedindo tratamento especial. Só quero que deixem minha filha em paz.”
Então, quando ouvi a voz dele no baile, eu soube antes mesmo de me virar.
“Professora Tilmot?”
Ela ficou imóvel.
O policial Warren estava na borda da multidão, fardado, com o vice-diretor ao lado dele — pálido e furioso.
A professora Tilmot tentou sorrir. “Policial. Há algum problema?”
“Sim”, ele disse. “A senhora precisa vir comigo para fora.”
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