Ela bufou.
— Esse garoto sempre me pareceu ingrato. Vou fazer um chá para você.
Enquanto ela ia para a cozinha, peguei o telefone e disquei o número que um amigo do meu falecido marido havia me dado meses antes.
Após dois toques, uma voz grave atendeu.
— Elliot falando.
— Elliot, sou eu — disse, apertando o telefone. — Aconteceu.
Houve uma pausa. Depois a voz dele ficou mais dura.
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