“Obrigado”, disse ele, quase num sussurro.
“Você não precisa me agradecer”, respondi, virando-me para ele. “Famílias não são perfeitas, Ethan. Mas precisam ser honestas.”
Ele assentiu, com os olhos cheios de algo parecido com esperança.
Naquela noite, ele não foi para o quarto de hóspedes.
Ele voltou para a nossa cama.
Não havia fingimento nem mentiras — apenas nós dois no escuro, lado a lado como antes. Eu ouvia sua respiração e percebia que não estava mais esperando que algo ruim acontecesse.
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