“Oi, querido.”
“Oi”, ele respondeu, mais baixo agora.
Passamos a tarde conhecendo o Caleb. Almoçamos em um diner perto dali. Ele era inteligente e engraçado daquele jeito meio desajeitado típico de pré-adolescente. Falou sobre as matérias favoritas, o sonho de aprender programação e como tinha acabado de entrar para o clube de robótica.
E então percebi algo estranho e bonito — eu não estava mais com raiva. Não do Caleb, nem mesmo da Laura. Minha dor não tinha desaparecido, mas tinha mudado de forma. Tinha se transformado em outra coisa. Algo mais suave.
No caminho de volta, Ethan estava em silêncio. Ele segurou minha mão.
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