“Eu não queria que fosse assim”, ele disse, cobrindo o rosto com as mãos.
“Assim como?” — minha voz já estava mais baixa, mas ainda carregada de raiva.
Ele me olhou com os olhos vermelhos e marejados.
“Você está certa. Eu menti. Mas não porque não te amo. Deus, Anna, eu te amo. Eu só… não sabia como te contar.”
“Me contar o quê?” — perguntei quase em um sussurro.
Ele hesitou, então virou a tela do laptop em minha direção.
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