“Não é o que você está pensando”, disse ele, a voz trêmula. “Eu só… estava colocando o trabalho freelance em dia.”
“Trabalho freelance?” — cruzei os braços. “Às duas da manhã? Com a porta trancada?”
Ele deu um passo à frente, as mãos abertas como se tentasse acalmar um animal assustado.
“Eu posso explicar.”
“Então explica.”
Ele abriu a boca, fechou de novo e acabou se sentando, como se toda a energia tivesse saído dele. Os ombros caíram, não de alívio, mas de rendição.
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