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No sábado de manhã, levei o Noah ao cemitério. Levei margaridas brancas. Ele carregou-as com as duas mãos, como se fosse uma tarefa importante.
A lápide do Ethan ainda parecia demasiado nova. Ajoelhei-me e tirei algumas folhas.
“Olá, meu amor,” sussurrei.
Noah não se aproximou.
“Vem cá,” disse. “Vamos dizer olá ao teu irmão.”
Noah ficou a olhar para a pedra e depois ficou rígido.
“Querido?” perguntei.
Ele engoliu em seco. “Mãe… o Ethan não está lá.”
“O que quer dizer com não está lá?”
Noah apontou para além da lápide. “Ele não está aí dentro.”
Levantei-me devagar. “O Ethan está aqui.”
Noah encolheu-se.
Baixei a voz. “Às vezes as pessoas dizem que alguém não está lá porque não conseguimos ver.”
“Não,” sussurrou ele. “Ele disse-me. Ele disse que não está lá.”
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