“Não.” Noah franziu a testa. “Ele esteve aqui. Na escola.”
Segurei-o pelos ombros. “O que ele disse?”
O sorriso dele voltou. “Ele disse para você parar de chorar.”
A minha garganta apertou tão rápido que doeu. Assenti como se aquilo fosse normal e coloquei-o na cadeirinha do carro.
No caminho para casa, ele ia a cantarolar e a bater com os pés. Eu olhava para a estrada, mas via outra coisa. Duas faixas, uma linha amarela, um camião a desviar-se.
O Ethan tinha oito anos. O Mark estava a levá-lo ao treino de futebol. Um camião atravessou o caminho deles.
O Mark sobreviveu. O Ethan não.
Eu nunca identifiquei o corpo. O médico disse-me: “Você está frágil agora.” Como se o luto me tivesse desqualificado de ser mãe naquele último momento.
Naquela noite, fiquei na pia da cozinha com a água a correr. O Mark entrou em silêncio.
“O Noah está bem?” perguntou.
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