“Não consigo perdoá-lo,” continuei. “Não agora. Talvez nunca. Acabaram-se os estranhos a falar por ti. Chega de segredos. Chega de palavras emprestadas.”
Pressionei a palma da mão contra a pedra fria, depois levantei-me e respirei até o meu peito parar de tremer.
Ainda doía. Sempre iria doer. Mas era uma dor limpa, a dor da verdade. E eu conseguia carregá-la.
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