“Não,” disse eu, e doeu. “O Ethan não falou.”
Noah começou a chorar. Abracei-o com força e fiquei assim até a respiração dele acalmar. O agente Haines levou Raymond para fora. Raymond manteve os olhos fixos no chão.
Quando chegámos a casa, Mark estava à espera na entrada, pálido e a tremer.
“O que aconteceu?” perguntou.
Contei-lhe a versão curta. A vedação. O vídeo. O homem. O motivo.
O rosto do Mark contorceu-se de raiva, mas quando olhou para o Noah, conteve-se.
Naquela noite, depois de Noah adormecer, sentei-me à mesa com os papéis da ordem de restrição. Mark ficou atrás da minha cadeira.
“Devia ter sido eu,” sussurrou. “Não o Ethan.”
“Não digas isso,” respondi.
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