Isso não era uma dessas vezes.
Deixei ele me puxar de volta para fora. O Will levantou o braço e apontou para a Ellie.
— Mãe — disse ele alto — o papai está ali.
Ellie olhou para nós e riu.
Eu também ri. — Que bobinho.
Mas o Will não riu. Ele continuou apontando, agora sério, o rostinho pequeno tomado por uma frustração por não ser entendido. Segui a direção do dedo dele.
Ele não estava apontando para o rosto dela. Estava apontando mais embaixo, na direção da barriga.
Ellie se inclinou para pegar a bebida. A blusa dela se moveu levemente — o suficiente para eu ver linhas escuras e finas na pele. Uma tatuagem.
Tudo o que consegui distinguir foi a borda de um olho, o contorno de um nariz, parte de uma boca. Um retrato… de quem?
O sorriso permaneceu no meu rosto, mas por dentro eu sentia como se estivesse tentando enfrentar um tufão num barco pequeno.
— Tá bom — eu disse ao Will. — Vai sentar na mesa e esperar o bolo agora. Depois você pode brincar de novo.
Ele assentiu e saiu correndo. Então eu fui até a Ellie.
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