Meu filho carregou seu colega de classe, que não conseguia andar, nos ombros durante a corrida e lhe deu a medalha de primeiro lugar.

Mas, de alguma forma, parecia mais forte.

Dezesseis anos atrás, Edward nos deixou.

Mas ali, assistindo meu filho, vi que ele se entregou a si mesmo, de qualquer forma.

Sempre.

E agora, ele não estava apenas correndo em direção ao futuro.

Ele estava construindo um.

Não sozinho.

Mas lado a lado com seu melhor amigo.

Exatamente da maneira como ele escolheu cruzar aquela linha de chegada.

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