Meu filho carregou seu colega de classe, que não conseguia andar, nos ombros durante a corrida e lhe deu a medalha de primeiro lugar.

Ele ainda acordava cedo, treinava e aparecia.

A diferença era que ele não estava mais correndo sozinho.

Caleb começou a ir aos treinos de novo.

Não para competir.

Mas para treinar, orientar e se manter envolvido.

Percebi que meu filho tinha um futuro que não parecia com o que havíamos imaginado.

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