— Alguém confirmou a identidade?
— Havia um relatório de acidente — disse ele.
— Mas havia um corpo? — perguntei diretamente.
Ele ficou em silêncio.
E isso já era resposta suficiente.
Naquela noite, fui até a casa de Marlene. Ela abriu a porta e tentou sorrir.
— Katie.
— Você falsificou documentos — eu disse. — Assinou um caixão fechado sem verificação. Enviou papéis para o cartório.
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