Eu pensei que meu marido tinha morrido — então, três anos depois, ele se mudou para o apartamento ao lado com outra mulher e uma criança

 

— Alguém confirmou a identidade?

 

— Havia um relatório de acidente — disse ele.

 

— Mas havia um corpo? — perguntei diretamente.

 

Ele ficou em silêncio.

 

E isso já era resposta suficiente.

 

Naquela noite, fui até a casa de Marlene. Ela abriu a porta e tentou sorrir.

 

— Katie.

 

— Você falsificou documentos — eu disse. — Assinou um caixão fechado sem verificação. Enviou papéis para o cartório.

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