“Então, podemos lutar contra isso? Eu posso proteger meus filhos?”
“Sem dúvida, Hank. Eu vou trabalhar nisso esta noite.”
Na tarde seguinte, Denise havia enviado um aviso formal: Qualquer contato com os menores passaria pelo escritório dela, não por Mara.
Três dias depois, encontrei Calla em um estacionamento de igreja, no meio do caminho entre nossa cidade e a dela, porque eu não queria que ela se aproximasse da minha casa.
Ela saiu de um sedã prata e me olhou como se eu fosse um espelho que ela estava evitando.
“Hank.”
“Você não tem o direito de dizer meu nome assim, Calla.”
Ela parecia mais velha, desgastada de uma maneira que não me trouxe conforto.
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