Cheguei mais perto. “Brian. Eu preciso que você fale.”
Ele passou a mão pelos cabelos. “Eu não consigo fazer isso, Willow. Não consigo ficar sozinho com elas desse jeito.”
“Desse jeito como?”
Ele olhou para o corredor, e foi aí que eu vi — a caneca térmica branca da Denise em cima da mesinha lateral.
Olhei de volta para ele. “Sua mãe esteve aqui.”
Ele fez uma careta.
“Brian? Fala comigo!”
“Ela pode ter passado aqui,” ele disse, baixo.
“E você deixou ela cuidar das minhas filhas?”
Então ele disse, com uma voz tão vazia que mal parecia dele: “Desculpa, mas a gente precisa dar elas embora.”
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