Ele estendeu um bilhete dobrado. “É para você.”
Meu nome estava nele. A caligrafia era familiar o suficiente para que minhas mãos ficassem dormentes. Grant. Desdobrei o papel ali mesmo, sob a luz da varanda.
“Mamãe, não ligue para ninguém. Não faça perguntas. Apenas ouça o que ele disser e entre no carro.”
Por um segundo, eu não consegui respirar. Grant era meu mais rebelde. Aquele com quem eu me preocupava quando o telefone tocava tarde da noite.
O policial disse, com expressão neutra: “Senhora, preciso que venha comigo.”
Olhei para ele, em pânico. “Meu filho está vivo?”
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
