Às seis, liguei para Mark. Caixa postal. Jason. Caixa postal. Caleb. Caixa postal. Eliza. Caixa postal. Grant. Direto na caixa postal, como se nem tivesse tocado.
Às sete, a comida esfriou. Às oito, as velas se apagavam. Às nove, sentei-me à cabeceira da mesa e encarei seis cadeiras vazias. Tentei me convencer de que estava sendo dramática. Mas o silêncio parecia pessoal. Chorei no guardanapo que passei a ferro naquela manhã.
Então, houve uma batida na porta. Não era uma batida amigável. Era firme, oficial. Limpei o rosto rapidamente e abri a porta.
Um policial estava na minha varanda. Jovem. Bem arrumado. Sério.
“Você é a Linda?” ele perguntou.
Assenti, porque minha garganta não colaborava.
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