Virei e desci da varanda.
Atrás de mim, a porta da frente se abriu com força.
“Espera!”
Minha irmã veio correndo tão rápido que quase perdeu o degrau.
Eu me virei. “Por que você está correndo?”
“Você não precisa descer lá”, ela disse. “Por favor. Deixa eu explicar primeiro.”
O rosto dela estava pálido. A voz tremia.
Eu disse: “Sai da frente.”
Ela segurou meu braço. “Por favor, não faz isso assim.”
Naquele momento eu entendi: o que quer que estivesse naquele porão era ruim o suficiente para ela preferir me impedir fisicamente do que me deixar ver.
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