“Estou feliz que você não esteja voltando a morar com ele.”
Eu olhei para ela.
“Você ainda espera que ele mude?”
Ela ficou em silêncio por um momento.
“Eu espero mudar o suficiente para não aceitar menos do que mereço.”
Na manhã seguinte, eu faltei ao trabalho e ajudei ela a fazer as malas.
Caleb carregava caixas. A senhora Teresa organizava gavetas no apartamento. As crianças corriam entre as duas casas como se tivessem recebido um reino.
Ao pôr do sol, meu porão estava vazio — exceto por uma coisa.
Um pequeno banco de madeira.
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