Deixei minha irmã e os filhos dela se mudarem para a minha casa — três meses depois, meu vizinho bateu na minha porta e disse: “Você precisa verificar o seu porão. Agora.”

O nome dela era o único no contrato.

 

Levantei o olhar.

“Você vai sair daqui.”

 

“Sim”, ela disse.

 

“Com ele?”

 

“Não.”

 

Olhei para o Caleb.

 

Ele negou com a cabeça.

“Não comigo.”

 

Minha irmã se ajeitou na cadeira.

“O apartamento é meu. Se ele quiser ver a gente, vai ser do meu jeito. Esse é o acordo.”

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