Criei o filho do meu melhor amigo – No seu 18º aniversário, ele me entregou uma carta e disse: 'Desculpe por estar te contando isso tão tarde… Eu não tinha outra escolha.'

Ele contornou a mesa e ficou ao meu lado.

Depois de um minuto, disse: "Não posso assinar agora."

O rosto dele caiu. "Ok."

"Não." Eu limpei o rosto. "Não porque eu não queira. Porque esta é a sua mãe. Esta é a última coisa que ela nos deixou. Não quero passar por isso com pressa."

Ele assentiu. "Então vamos para o sótão."

Subimos juntos.

 

Lá dentro estava a vida de Laura em pedaços. Pulseiras de hospital. Um cobertor azul de bebê. Fotos. Cartões de aniversário que ela nunca conseguiu entregar para Jimmy.

E cartas.

Cinco. Seis. Sete. Dez. Treze. Dezesseis. Dezoito.

Jimmy sentou no chão e sussurrou: "Ela escreveu todas estas para mim?"

"Parece que sim."

Ele abriu a marcada com Cinco.

No meio da leitura, ele riu entre as lágrimas. "Ela me disse para ouvir você porque você sabe fazer panquecas sem queimar as bordas."

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