Eu não me movi.
“Eu não preciso de mais tempo com você”, ele continuou. “Eu preciso parar de desperdiçar o tempo que eu tenho. Eu não posso prometer que não vou ter medo. Mas posso prometer que não vou transformar esse medo em um futuro que você seja obrigada a viver. Eu quero estar aqui com você… enquanto você estiver aqui comigo. Não à frente disso. Nem depois. Só aqui.”
Aquilo me atingiu fundo.
E, pela primeira vez, eu acreditei que Nathan estava ali comigo — não à frente, nem se preparando para algo que ainda não tinha acontecido.
Olhei para a carta desdobrada em minhas mãos. E entendi algo com clareza.
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