Voltamos em silêncio, mas agora tudo parecia diferente.
A casa parecia a mesma quando chegamos. Mas eu não.
A gaveta ainda estava aberta. As outras cartas ainda estavam lá, esperando.
Peguei uma delas e me sentei em frente a Nathan.
Ele me encarou por um longo momento, como se estivesse escolhendo algo que ainda não tinha escolhido antes. Então deu um passo à frente — não muito perto, apenas o suficiente.
“Eu não quero te perder, Mattie”, disse ele baixinho. “Mas finalmente entendi que já estava te perdendo ao te amar como se você estivesse prestes a ir embora.”
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