A mulher ainda olhava para as placas de bronze. O cachorrinho branco estava apertado contra o peito dela, e ela não sorria mais.
“Quantos anos ela tinha?” ela perguntou.
“Vinte e seis quando a perdemos.”
Ela fechou os olhos por um instante.
Citação: “Ela não sorria mais.”
“Todo ano, eu construo doze dessas,” continuei. “Uma para cada mês que ela nos deu depois que os médicos disseram que não havia muito tempo.”
O homem exalou devagar.
“Ela parece ter sido extraordinária,” disse.
“Ela foi,” eu disse. “Ela também acreditava que todos merecem a chance de serem melhores amanhã do que foram hoje.”
Ele olhou para isso.
“Fui um idiota hoje,” disse.
“Pois é,” eu disse. “Você foi.”
Ele não contestou.
A mulher estendeu a mão e tocou o braço da cadeira mais próxima, muito gentilmente, como se fosse algo sagrado.
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