Ela sorriu ao me ver lutando com um pacote de salgadinho preso.
— Quer que eu te mostre como os profissionais fazem isso? — brincou.
Saímos três vezes antes de eu contar para Isabelle. Num jantar simples, eu estava nervoso esperando a reação dela.
— Você tá corando, pai? — ela disse, rindo.
— Talvez um pouco. Estou enferrujado nisso.
Ela apertou minha mão. — Ainda bem. Você merece ser feliz.
Seis meses depois, eu sabia que estava me apaixonando por Kara. Mas antes de qualquer passo a mais, queria que ela conhecesse Isabelle.
Planejei um jantar em casa. Algo simples, mas importante.
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