Ele apenas colocou o folheto dobrado no painel do motorista e recuou, como se quisesse que a versão oficial ficasse com os outros.
Foi então que Denise viu as costas do colete dele com clareza pela primeira vez.
Abaixo do emblema de moto, em letras pequenas quase apagadas pelo uso, estava escrito:
“Ainda cuidando do filho de alguém.”
O ônibus ficou parado por quase uma hora enquanto a polícia colhia depoimentos, os paramédicos atendiam passageiros e a central tentava reorganizar uma cidade que acabara de ser forçada a parar por um único ato impossível de ignorar.
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