Eu dirigi até o apartamento dele.
Ele abriu a porta já com a cópia dos documentos na mão. Parecia que não dormia há dias.
Por um tempo, nenhum de nós disse nada.
Então ele falou: “Eu não sei como ser o Howard.”
Sentei em frente a ele.
“Então não seja”, respondi. “Só me deixa te conhecer agora.”
Ele chorou então. Em silêncio. Como se odiasse aquilo.
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