Desci os degraus lentamente, um a um, com a cabeça erguida e a postura firme.
Como minha mãe, Dona Elena, sempre me ensinou — dignidade não pertence a ninguém além de você mesmo.
Entrei no carro que já estava com o motor ligado.
Só depois que a porta se fechou e o carro se afastou daquela linda igreja — e do filho que eu mal reconhecia — uma única lágrima escorreu pelo meu rosto.
Mas não era uma lágrima de derrota.
Era a lágrima de alguém que acabara de colocar tudo em movimento.
Porque dentro daquele telefone que eu disse a Daniel para verificar… estava tudo.
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