E tinha entendido.
Naquela noite, deitada na cama, eu sabia exatamente o que tinha entrado na minha vida.
Uma mulher que não amava meu filho.
Uma mulher que tinha visto algo — e começado a calcular.
O que eu não sabia era que ela já estava um passo à minha frente.
E, em três meses, faria uma jogada que mudaria tudo entre meu filho e eu.
Três meses depois, meu telefone tocou.
— Mãe, eu pedi ela em casamento. Ela disse sim.
Noventa dias.
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