"Mark, eu sinto muito pela sua filha."
Ele soou derrotado. "Ninguém merece isso. Nem você, nem a Natalie. É por isso que estou ligando. Eu quero ajudar minha filha. Mas acho, acho que ela precisa ouvir de alguém que viveu isso."
"Você está me pedindo para falar com ela?"
"Se você estiver disposta, Maya," ele disse. "Eu ainda não falei nada para ela sobre você. Queria te pedir permissão primeiro. Talvez, se ela ouvir sua história, ela se sinta menos sozinha. Vou deixar para ela me procurar."
Eu acenei, mesmo que ele não pudesse me ver. "Sim. Fale sobre mim. Estou aqui quando ela estiver pronta."
Mark soltou um longo e aliviado suspiro. "Obrigado. Isso significa tudo para mim. Vou me reunir com um conselheiro na próxima semana. Estou entrando com pedido de separação. O bem-estar da Natalie vem em primeiro lugar."
Ele fez uma pausa, a voz mais firme. "E Maya, sinto muito pelo que você passou. Eu realmente sinto."
Eu consegui dar um pequeno sorriso. "Obrigado por ligar, Mark."
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