Eu bati como sempre, mas naquele dia, Arthur não fechou a porta.
"Você vai entrar ou não?" ele chamou de dentro.
Eu entrei lentamente.
A casa estava limpa.
E as paredes me pararam porque estavam cobertas com fotos.
Crianças em aniversários. Fotos da escola. Feriados. Sorrisos congelados no tempo.
"Sua família?" eu perguntei.
Arthur ficou perto da janela, olhando para fora.
"Eu tenho três filhos," ele murmurou. "Eles pararam de vir."
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