Na manhã seguinte à partida dele, encontrei uma lista sobre o balcão.
Lavar roupa. Aspirar as escadas. Passar pano na cozinha. Café às 6:00.
Pensei que talvez ela estivesse tendo um dia difícil.
Então ela entrou, me viu olhando para aquilo e disse: “Eu gosto de leite de aveia. Não muito quente.”
Eu disse: “Theresa, não sabia que era assim.”
“Bem, você mora aqui. Pode ajudar. Ou pode procurar outro lugar para ficar.”
Essa virou a frase dela.
Qualquer hesitação, qualquer demora, qualquer sinal de que eu não estava me movendo rápido o suficiente, ela repetia:
“Você sempre pode procurar outro lugar para ficar.”
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