“Certo”, sussurrei, soltando o ar devagar.
Não chorei. Não naquele momento. Ainda não havia espaço para isso — não ainda. Em vez disso, voltei para o quarto, abri o laptop e comecei a planejar algo que Oliver e Sarah jamais esqueceriam.
Não era só vingança. Era prova do que eles eram — diante de todos, e sob as minhas regras.
“Certo”, repeti. “Você não vai se casar com esse homem, Sharon. Você está escapando de uma armadilha.”
O quarto estava silencioso demais. Meu celular vibrou com outra mensagem.
“Oi, tia Sharon. Sou a Chelsea — filha do Matt. Você salvou meu número depois do Natal. Desculpa… eu ouvi o Oliver e a vovó. Eu gravei quase tudo. Não sabia com quem mais falar.”
Ela tinha anexado a gravação.
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