— Certo — eu disse. — Me conta.
— Ele é mais velho. Não começa.
— Quanto mais velho?
— Só conhece ele primeiro — ela disse. — Não quero que você fique presa em um número.
Nas semanas seguintes, ouvi coisas como “emocionalmente maduro”, “ele me faz sentir segura” e pouco mais. Sempre que eu pedia detalhes, ela desconversava. Prometia que eu o conheceria “em breve” e depois adiava.
Até que finalmente: — Jantar na sexta. Por favor, seja legal.
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