— Eu não posso — respondi. — Emily, você não sabe…
— Você não vai fazer isso — ela cortou. — Você teve meses. Você escolheu o meu casamento. Isso aqui é sobre você e o seu drama adolescente mal resolvido.
— Isso não é justo…
— Se você me ama — ela disse, com a voz tremendo mas firme — você vai se sentar e me deixar casar com o homem que eu escolhi.
Celulares apareceram. As pessoas olhavam. Meu rosto ardia.
Eu me sentei.
Eles continuaram os votos, trêmulos. Se beijaram. Todos aplaudiram. Eu fiquei ali sentada, percebendo que tinha me queimado em público… e mesmo assim não tinha conseguido impedir nada.
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