Eu me levantei. “Liv, meu amor, está tudo bem. A Clara só vai aparar as pontas embaraçadas.”
Olivia balançou a cabeça com tanta força que seus cachos castanhos chicotearam o rosto. “Não! O papai não vai me reconhecer!”
Clara congelou, com a tesoura ainda no ar.
Minha garganta se fechou.
Meu marido, William, estava morto havia três anos.
Olivia tinha apenas um ano quando o perdemos. Agora, ela o conhecia por fotos, vídeos, histórias e pela camisa xadrez azul que eu guardava numa caixa de memórias embaixo da cama. Eu me esforcei para manter a lembrança dele viva, sem transformá-lo em alguém que ela ficasse esperando.
Mas aquela frase não parecia luto.
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