Segurei a sacola mais uma vez.
— Isso é o que eu criei. Uma menina que trabalha duro. Que ajuda sem precisar ser pedida. Que acredita que ajudar as pessoas importa.
Olhei para Ava. Ela me observava, com os ombros para trás e os olhos grandes e brilhantes. Dei um último passo à frente.
— Sra. Mercer, você passou anos decidindo quem eu seria. Você estava errada!
A sala ficou tão silenciosa que dava para ouvir uma agulha cair. Então, o primeiro par de mãos bateu palmas, e o resto da sala seguiu.
Os aplausos começaram devagar. Entreguei o microfone e me virei.
Ava não estava mais paralisada. Ela estava mais ereta do que eu a tinha visto em semanas, queixo erguido, ombros firmes e olhos brilhando de alívio.
Como se fosse combinado, a karma apareceu.
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