A matemática era óbvia. Mas nenhum deles sabia da primeira noite de verdade — aquela em que Natalie disse que voltaria em 15 minutos e me deixou na cozinha com um bebê no colo e quatro crianças perguntando quando a mãe voltaria.
Há dez anos, Natalie saiu numa tarde de quarta-feira.
Ela beijou o bebê na testa, pegou a bolsa e disse que ia comprar leite. Rosie tinha seis meses. Maya tinha seis anos. Os outros estavam entre essas idades, próximos o bastante para a casa estar sempre cheia de brinquedos caídos e alguém chamando por ajuda com um sapato.
Quinze minutos passaram. Depois trinta. Depois uma hora.
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