— Você disse que o pai não podia nos dar uma vida decente. Mas ele deu a vida dele inteira pra gente.
Rosie, pequena e firme atrás do irmão, disse:
— Eu amo o papai.
Foi isso pra mim.
Coloquei a mão na boca, porque se não fizesse isso, teria soltado um som que meus filhos não mereciam ouvir do pai deles. As lágrimas desciam pelo meu rosto, e o mais estranho não era a dor — era o orgulho.
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