Os olhos de Natalie brilharam.
— É meu presente de Dia das Mães?
— Quase — disse Maya, e caminhou até o armário da cozinha.
Ela alcançou o fundo do armário inferior, aquele pequeno espaço que as crianças sempre tinham tratado como delas — cheio de impressões de mãos em argila, desenhos da escola, cartões inacabados e a caixinha de música quebrada que Rosie ainda se recusava a jogar fora.
Maya puxou dali um pequeno pacote embrulhado em papel de seda antigo.
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