Mas quando olhei para Gabriella, não vi uma filha me traindo.
Vi uma filha tentando tocar a borda de uma ferida e entender onde ela havia começado.
Clarissa estendeu a mão para Gabriella. Gabriella recuou.
No caminho até o carro, ela sussurrou:
"Desculpa."
Apertei a mão dela.
"Você nunca precisa pedir desculpas por querer respostas", eu disse. "Só me diga quando estiver com medo para que eu possa ter medo com você."
Dirigimos para casa e ficamos sentados na varanda até a escuridão tomar conta de tudo ao nosso redor.
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