"Você está triste, papai?" ela perguntou.
Beijei o topo da sua cabeça. "Um pouco, querida."
Ela pensou nisso. "Eu não estou."
Isso me fez rir em seu cabelo.
Mais tarde, quando a louça foi feita e a casa se acomodou no caos da hora de dormir, Maya parou na porta da cozinha.
"Papai?"
"Sim?"
"Nós nunca precisamos dela. Só precisávamos que você soubesse disso."
Tive que me sentar depois que minha filha saiu. Porque algumas palavras não caem nos ouvidos. Caem nos lugares cansados que você carrega há anos.
Natalie deu à luz meus filhos, eu pude criá-los. E naquela noite, de pé na cozinha que construímos sem ela, isso parecia mais do que suficiente.
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