A Sheryl.
Ela usava leggings pretas, um hoodie escuro e trazia uma lanterna na mão. Tinha o cabelo apanhado e movia-se como alguém que já tinha feito aquilo antes.
Foi direto à garagem e direto à caixa vermelha.
“Vou chamar a polícia”, disse o Luke, sem hesitar nem um segundo. “Não me interessa se ela é minha irmã.”
Vimos pela janela do quarto enquanto o carro patrulha chegava poucos minutos depois. Nem precisaram de procurar — a Sheryl ainda estava inclinada sobre a gaveta aberta, a remexer nas nossas ferramentas como se tivesse todo o tempo do mundo.
Apanharam-na em flagrante.
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