O que mais me doía era que ela continuava esperando.
Toda vez que um carro diminuía a velocidade perto da casa, seus olhos iam para a janela. Toda vez que o telefone tocava, ela se endireitava um pouco.
E a cada domingo, havia aquela esperança silenciosa em seu rosto — de que talvez, naquela semana, alguém finalmente se lembrasse dela.
Mas, eventualmente, até isso parou.
Não consigo dizer exatamente quando aconteceu, mas minha avó parou de falar sobre o Pastor Thompson. Parou de olhar para a porta com esperança nos olhos.
Um dia, enquanto eu passava pela sala, ouvi seu choro e congelei. Espiei e a vi sentada junto à janela, a Bíblia aberta no colo.
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