Numa tarde, ela ligou para a igreja pedindo ajuda.
— Pastor Thompson? — disse ela. — Olá, querido. Eu preciso de uma ajudinha. Talvez uma rampa… e mover algumas coisas para o andar de baixo, para que eu possa viver com segurança.
Eu ouvi a voz dele ao fundo, baixa demais para entender tudo, mas captei o suficiente:
Ocupado agora… muita coisa acontecendo… vamos ver o que podemos fazer.
Minha avó respondeu rapidamente:
— Claro. Quando puderem. Eu entendo.
Ele nunca mais ligou.
No começo, ela ainda arranjava desculpas para ele.
Ligou de novo. E de novo.
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