Uma mulher que reconheci de anos atrás se adiantou, a voz levemente trêmula:
— “Se há trabalho a ser feito”, disse, “podemos ajudar.”
Outra pessoa assentiu. — “Ela ajudou todos nós.”
— “Mas não por dinheiro.” Uma senhora mais velha se adiantou e lançou um olhar firme ao Pastor Thompson. — “Vamos ajudar porque é a coisa certa a fazer.”
Fiquei ali segurando o caderno da minha avó, e pela primeira vez desde a morte dela, não senti que estava carregando isso sozinha.
Os pastores acabaram fazendo o trabalho.
Não porque de repente se tornaram homens melhores — pelo menos não da noite para o dia. Fizeram porque agora havia muitos olhos sobre eles para ignorar.
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