“Eu achei que eu ia fazer—”
“Eu sei. Obrigada.” Continuei sorrindo. “Só preciso sair com eles um pouco.”
Levei as crianças primeiro. Deixei-as na casa da nossa vizinha Nina e disse que tinha alguns recados e que talvez eu chorasse em público se ela fizesse perguntas. Ela me abraçou e levou as crianças para dentro.
Depois fui ao banco.
Meu nome também estava na conta das crianças, então o gerente pôde me mostrar o arquivo. Liam tinha congelado tudo dois dias antes de morrer. Nenhum saque sem minha presença.
Isso explicava por que Grace estava sempre ao meu redor desde o funeral.
Ela não estava apenas ajudando.
Ela estava esperando.
Saindo do banco, fui até o depósito que Liam e eu tínhamos alugado anos antes.
Debaixo da velha caixa de ferramentas, exatamente onde ele disse, havia um pendrive, outro envelope e um gravador de voz.
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