“Eu tenho escolha?” ele perguntou, e os meninos ficaram na bancada do banheiro, rindo enquanto eu raspava a cabeça do pai.
Os meses passaram. O ensaio e seu peso quase nos quebraram. Mas então, numa manhã brilhante de primavera, meu telefone tocou.
“É o Dr. Samson, Hanna. Os últimos resultados estão todos limpos. Joshua está em remissão.”
Eu caí de joelhos. Era isso.
Agora, dois anos depois, nossa casa é um caos, mochilas, tênis de futebol, lápis de cor por toda parte.
Joshua diz para os meninos que eu sou a pessoa mais corajosa da família.
Eu sempre respondo da mesma maneira: “Ser corajosa não é ficar quieta. É contar a verdade antes que seja tarde demais.”
Por muito tempo, pensei que Joshua queria me dar uma família para que eu não ficasse sozinha.
No final, a verdade quase nos quebrou.
Mas foi também a única coisa que nos manteve vivos.
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