Era Michael.
Mais velho, mais pesado, com menos cabelo no topo da cabeça, e a raiva ainda marcada no rosto. A vida claramente não tinha sido gentil com ele, mas a velha arrogância ainda estava lá. Homens cruéis carregam esse tipo de confiança por anos. Eles acham que ninguém vai enfrentá-los.
Então ele me viu.
Seus olhos estreitaram. Ele olhou para Maria. Depois sorriu.
O mesmo sorriso presunçoso. A mesma curvatura feia.
“Olha só”, ele disse, se aproximando, “se não é a Sharon.”
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